
Até agora, o IRON MAIDEN
Atualização: seguem abaixo novas fotos da aeronave.
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Até agora, o IRON MAIDEN
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Bem, todos nós sabemos que Bruce Dickinson
Nas turnês seguintes, Bruce sempre trazia consigo sua espada de esgrima, e isso lhe rendeu muito treino, pois, onde quer que fosse, ele se esforçava ao máximo para treinar sempre que possível. Participou de várias competições nas quais ganhava mais e mais experiência. Com isso, em 1989, ele fez o que nenhum outro Rockstar antes tinha feito: com sua equipe representou a Grã-Bretanha no campeonato europeu.
Bruce teve treinadores de respeito, entre eles Emil Beck, alemão que fez cenas de esgrima no filme Os Três Mosqueteiros, de 1948.
O vocalista fundou em 25 de julho de 1988, em Chiswick (Londres), uma empresa chamada "Duellist", quando percebeu que seu adorado esporte estava, mais uma vez, lhe chamando como na turnê de 1983.
Ao fundar a Duellist, Bruce teve a intenção de promover a esgrima no Reino Unido com produtos de ótima qualidade e tão bons quanto os que haviam no resto da Europa, porém com um detalhe que fez a diferença: o preço era muito mais acessível. Esses atributos levaram a um crescimento rápido da empresa no mercado do Reino Unido. Em 1996, sua empresa de material de esgrima patrocinou James Willians, o único esgrimista do Reino Unido nos Jogos Olímpicos de Atlanta. A empresa continua em atividade até hoje e mantém um web site no link abaixo.

Biografia resumida
A biografia pode começar pelo nome — depois do separação de seus pais quando ele tinha 2 anos, William Bruce Bailey virou William Rose, com sobrenome do padrasto. Aos 17, descobriu o nome do pai e mudou para W. Axl Rose. "W.", pois não gostava do nome de seu pai.
Passou a infância em uma família rígida e religiosa. Eram em três irmãos (Axl, Amy e Stuart) .Todos eles eram obrigados a ir à igreja de 3 à 8 vezes por semana, e também a ler a bíblia. Em uma entrevista à revista Rolling Stone, disse que sempre via seu padrasto batendo em sua mãe, achando assim, que a violência doméstica era um comportamento normal dentro de uma família. Com a ajuda de um tratamento de regressão, descobriu que havia sido abusado sexualmente pelo pai biológico aos seus 2 anos de idade.
Vivendo com um padrasto que molestava a ele e a sua irmã, apesar do fato, o lado religioso de Axl Rose parece não ter sido afetado, pois ele ainda demonstra ser cristão.
Os irmãos só tiveram TV por uma semana em sua casa: "Me lembro de ter tido uma TV por uma semana. Depois meu padrasto a jogou fora. TV era coisa do diabo, bebida era coisa do diabo, mulher era coisa do diabo, tudo era coisa do diabo! Me lembro de ter apanhado muito na primeira vez que realmente vi uma mulher. Não lembro quando nem quantos anos eu tinha, só lembro que era uma propaganda de cigarro que mostrava 2 mulheres saindo do mar de biquini. (Axl Rose)"
Axl sempre isolou-se dos colegas da escola, e era visto como um garoto "diferente", mas encontrou consolo cantando no coral da escola, na igreja, e eventualmente cantando rock.. Quase ninguém tinha gostos semelhantes aos dele, tirava péssimas notas, enquanto já pensava em formar uma banda quando crescesse. Um dia, Axl conheceu um amigo que tinha os mesmos gostos, entre outras coisas, a música. Era Jeffrey Isbell, mais conhecido como Izzy Stradlin’ (um jovem fanático por Keith Richards), que compartilhava com Rose seu interesse na música. Isbell deixou Indiana e foi pras ruas de Los Angeles, no começo dos anos 80, com esperança de formar uma banda. Axl fugiu de casa aos 16 anos e foi pra lá em seguida, pouco tempo depois, mudando seu nome pra W. Axl Rose, enquanto Isbell mudou o seu para Izzy Stradlin).
A cena rock-musical de L.A. naquele tempo era fortemente dividida entre o Punk Rock e o "cabelo-com-gel" Glam Rock/Heavy Metal, e Axl queria ter um visual pegando um pouco de cada estilo. Stradlin e Rose passaram por várias bandas que não deram em nada, (Hollywood Rose sendo uma delas) antes de conhecerem seus amigos rockeiros e arruaceiros: Slash (guitarrista, que na verdade se chama Saul Hudson), Duff McKagan (baixista), e Steven Adler (bateria). Depois de tocarem por um tempo e terem obtido certo reconhecimento, batizaram a banda de Guns N’ Roses e assinaram contrato com a Geffen Records, depois de terem lançado um EP independente (1986’s Live Like a Suicide). O seu primeiro álbum foi Apettite for Destruction foi lançado um ano depois e o público a princípio não sabia bem o que fazer com a banda ou com o trabalho deles. Lentamente eles foram se firmando como uma das maiores bandas de rock do mundo (isso por volta de 1988) e grande parte desse sucesso pode ser atribuído aos clipes que passavam sem parar na MTV (Welcome to the Jungle, Paradise City e Sweet Child O’ mine).
Em 1986, Axl foi morar junto com Erin Everly, filha de Don Everly (The Everly Brothers), que trabalhava como modelo. O grande hit em 1988, Sweet Child O’ Mine, foi escrito para ela, que participou também do vídeo da música. Erin disse que Axl a propôs em casamento às 4:00 da manhã ameaçando se suicidar se ela não se casasse com ele naquele mesmo dia. Axl e Erin se casaram em 28 de abril de 1990; dirigiram-se para Las Vegas e se casaram em uma rápida cerimônia. 1 mês depois, Axl pediu divórcio, mas logo depois se arrependeu. No mesmo ano Erin engravidou, mas teve um aborto espontâneo. Axl, em análise, 2 anos depois: "Eu choro toda vez que penso como nós nos tratávamos. Erin e eu nos portávamos como se o outro fosse uma merda. Algumas vezes nos dávamos muito bem, porque as crianças que haviam em nós eram as melhores amigas. Mas daí tinha vezes em que destruíamos a vida um do outro completamente, admite Axl Rose. O casamento acabou com acusações de abusos psicológicos. No final de 1991, o casamento acabou legalmente.
Logo depois, Axl conheceu Stephanie Seymour na gravação de um videoclipe. Ela participou das gravações de November Rain e Don’t Cry. Axl e Seymour brigaram violentamente em casa em Malibu e terminaram o namoro. Axl estava arrasado; ele queria casar com ela. "A separação teve um enorme efeito sobre ele", diz um amigo. "Foi a primeira vez na vida dele que ele tinha estabilidade. E depois ele não tinha nada."
Processos iam e vinham. Seymour acusava Axl de ter batido nela. Axl alegou que foi ela quem atacou ele. Segundo a versão de Seymour dos eventos, após uma discussão na cozinha dele, Axl quebrou algumas garrafas no chão, agarrou Seymour pela garganta, deu um "cadiado" na cabeça dela e arrastou ela de pés no chão pelos cacos de vidro "enquanto batia repetidamente na sua cabeça e peito e chutando ela no abdomem". A história de Axl é que Seymour agarrou suas bolas e ele estava só se defendendo. Erin Everly, há tempo fora da vida de Axl, logo entrou na briga também, fazendo um processo próprio em 1994.
No começo dos anos 90, Axl pediu e conseguiu controle sobre o nome Guns N’ Roses. Quando lembramos de onde e quando precisamente isso aconteceu, as memórias ficam um pouco borradas e contraditórias, talvez perdidas na névoa da memória do rock n’ roll. Dizem que Axl, algum lugar nos bastidores, deu um ultimat ele teria o nome da banda para ele, ou ele não subiria ao palco para o show. Papéis oficializando essa transferência foram providenciados, e o guitarrista Slash e o baixista Duff McKagan assinaram eles.
Por que importava tanto? Axl, Slash e Duff seriam sempre, parecia, o três inseparáveis. Dinheiro estava por toda a parte. O Guns N’ Roses teve um lucro bruto de US$ 57,9 milhões de súbito, nos quatro anos de 1988 a 1992, de acordo com documentos produzidos durante o caso Adler. Os gastos eram muitos - video clipes caros, tudo de primeira classe nas viagens, todos os excessos das estrelas do rock - mas um lucro bruto de US$ 57,9 milhões naquele período de tempo para uma banda relativamente nova é muito difícil acontecer na história do rock n’ roll. Os Rolling Stones não faziam tanto dinheiro até após muitos anos de carreira. David Bowie levantou US$ 55 milhões em 1997 juntando as vendas de seus primeiros 25 álbuns. O Grateful Dead ganhou entre US$ 40 e 50 milhões em 1 ano de turnê mas não até 1990, após eles estarem juntos por mais de 20 anos.
Após uma comissão de 17,5 % para a direção, Axl e seus companheiros de banda dividiram o dinheiro de acordo com uma fórmula específica, que Axl descreveu uma vez no tribunal. Durante a pré-produção do Appetite, Axl disse, "Slash criou um sistema de descobrir quem escreveu quis partes das músicas ou de uma música. Havia quatro categorias, eu acho. Havia letras, melodia, música - sendo guitarras, baixo e bateria - e acompanhamento e arranjo. E nós dividíamos cada uma daquelas em 25%... Quando nós tinhamos terminado, eu tinha 41%, e os outros tinham quantias diferentes". Axl, com Slash, sempre controlou a maioria dos assuntos da banda. Naquele tempo, Axl tinha controle total. O GN’R começou a trabalhar em um novo álbum de material novo, dispondo de uns US$ 10 milhões, segundo cálculos da Geffen - tipo de dinheiro de Madonna.
Pode-se dividir a vida pública de Axl em dois períodos separados: antes de 1993, quando a banda original estava junta, e após-1993, depois da última gravação do grupo, The Spaghetti Incident?, uma pouco notável coleção de covers de punk rock. Onde quer que ele fosse naqueles anos de sua fama, Axl deixou para trás pessoas frustradas e nervosas.
Toda essa vida conturbada na banda foi deixando Axl cada vez mais fora da realidade, e era comum um show começar várias horas atrasado. A imagem de Axl começou a ter problemas devido a confusões em shows e a uma briga com Kurt Cobain (devido a declarações de Kurt para a imprensa), nos bastidores do MTV Music Awards em 1992. Ao final da tour, em 1993, a banda lança um álbum de covers intitulado de "The Spaghetti Incident" e interrompem os shows para um merecido descanso. Após várias tentativas frustradas de se reunirem pra escrever/gravar o próximo álbum, os 2 integrantes originais remanescentes do Guns (Duff e Slash) saíram da banda (ou foram demitidos por Axl, não existe uma versão oficial do acontecido). Axl comprou os direitos de usar o nome "Guns N’ Roses" e lentamente foi reunindo artistas para formar a nova banda.
Rumores surgiram de que Axl estava gordo, careca e destruído por drogas (devido ao fato de ele não ter dado nenhuma entrevista e por ficar fora de cena no período de 1994 a 1999). Axl passou todo esse período trabalhando sozinho e, 8 anos após o último lançamento musical do Guns N’ Roses, era lançada uma música com um som industrial, chamada "Oh my God" (da trilha sonora do filme "O fim dos dias") e um álbum duplo ao vivo (Live Era: ’87-’93), ambos recebidos sem muito entusiasmo. Em 2001, o Guns N’ Roses fez o primeiro show após anos, em Las Vegas e alguns dias depois no Rock In Rio 3. No ano seguinte, Axl Rose e a nova banda do GN’R fazem uma turnê mundial, porém, logo encerrada, pois Axl alegou estar sendo muito pressionado.
Em 2006 o Guns resurge com 4 shows em Nova York, seguidos de uma grande turnê européia e norte-americana, no segundo semestre do ano. Axl Rose parecia recuperado, dando entrevistas, participando de eventos e aparecendo na mídia. Durante a turnê, na Inlaterra, Axl fez uma visita surpresa ao Teenage Cancer Trust Ward, uma entidade beneficente londrina que ajuda pacientes na luta contra o câncer. O diretor da Teenage Cancer Trust Ward, Simon Davies, disse que Axl foi muito atencioso com todos os pacientes do hospital. "Ele passou todo o tempo falando com cada um dos pacientes individualmente, indagando-os sobre seus diagnósticos e tratamentos, e o que eles fazem para se divertir quando não estão no hospital", disse Davies. "Falando com os pacientes após a visita de Axl, pude perceber o quão excitado eles ficaram com sua visita e o quanto isso elevou seus espíritos", reiterou.

Logo após postar isso, Axl escreveu: "E antes que isso seja distorcido, "prévios envolvimentos" não tem nada a ver com o velho GUNS N'ROSES".


Fonte: Whiplash!
A reação já era esperada. O anúncio de que o GOTTHARD vai continuar com um novo vocalista, após a morte de Steve Lee, dividiu os fãs. De um lado, aqueles que entendem que a banda deveria acabar, em respeito ao falecido cantor. Do outro, os que pensam que o grupo deve seguir, até mesmo em homenagem a Steve. Como não gosto de ficar em cima do muro, me posiciono entre os adeptos da segunda opção. Claro que a falta de Steve Lee sempre será sentida. Afinal de contas, ele foi a voz de uma carreira que chega a duas décadas de muito sucesso. Seu lugar na história está garantido. E no fim das contas, ninguém tem culpa do que aconteceu, foi uma tragédia.
Ah, mas a banda deveria seguir com outro nome
Isso só os próprios podem decidir. Mas no fim das contas, que diferença faria? Eles sempre serão o Gotthard. A decisão deve ser tomada sem consultar os fãs, pois esses vão colocar o coração na frente da razão. O que é perfeitamente compreensível, fique claro. Mas os profissionais não podem pensar sempre assim. É como o dirigente de futebol que toma decisão de acordo com a torcida. Isso é não ter convicção de nada. Se eles entendem que deve ser assim, que tenham personalidade para bancar a aposta.
Gotthard sem Steve Lee não é Gotthard
De novo, fruto da passionalidade. Vamos encarar os fatos: Steve Lee não volta mais. É difícil, triste, mas é a realidade. Uma coisa seria se isso tivesse acontecido com o vocalista vivo. Mas ele está morto. É algo que ultrapassa uma simples vontade. Mas a vida dos quatro remanescentes continua. Leo Leoni é tão responsável por tudo que a banda alcançou quanto Steve. Sua imagem sempre estará ligada ao Gotthard, faça o que fizer. E com certeza ele sofreu mais que os fãs com essa perda. Ele é crescido o suficiente para tomar as decisões que acha correta.
Os caras estão pensando em dinheiro ao voltar com o nome
Típica afirmação de fã bunda-mole, sustentado pelo papai e que toma leite com pera na casa da vovó. Se a decisão é polêmica, vai desagradar muitos – como, aparentemente, já está acontecendo –, pode ser um tiro no próprio pé, não acham? Mais lucrativo seria se fazer de coitadinho em público, até que os próprios fãs ficassem com pena e pedissem a volta da banda, nem que fosse para homenagear a alma do saudoso cantor. Cedo ou tarde, isso iria acontecer. Dinheiro é consequência. E se o novo trabalho for competente o suficiente, que encham os bolsos! Eles merecem.
Não vou nem ouvir o Gotthard sem o Steve
Parabéns pra você! Isso não vai fazer a banda reconsiderar. A ala inteligente vai esperar e ouvir antes de decidir o que fazer.
Para encerrar: quem quiser abandonar o barco, que o faça. Eu me darei uma chance para curtir o novo Gotthard. Se eu gostar do novo vocalista, maravilha. Caso contrário, vida que segue, deixa pra lá. Mas fazer pré-julgamentos e crucificar o grupo é uma tremenda ignorância, para falar o mínimo. Ainda mais em uma situação que estava longe do poder do grupo modificar. Ou a morte de Steve Lee foi planejada e nós não sabemos? O que importa é que os músicos tomaram uma decisão, mesmo batendo de frente contra muita gente pseudo-romântica. Sorte e sucesso a eles!

Devido a circunstâncias imprevistas que nada tem nada a ver com os promotores da Top Link, locadora do HSBC Brasil para este show, o BLACK LABEL SOCIETY
O próprio Zakk Wylde mandou um recado para os fãs: "Todos os Berzerkers da América Latina não devem se decepcionar, mas sim sentirem-se revigorados, porque agora seremos capazes de trazer uma experiência ainda mais destruidora para você do que originalmente esperávamos. Espere esta experiência Berzerker de Black Label para definir novos patamares de caos sonoro na América Latina”.
Os ingressos adquiridos são válidos para a nova data. Não é necessário efetuar a troca. A bilheteria da casa de espetáculo ficará a postos para quem optar pela devolução.
Horários de funcionamento da Bilheteria do Hsbc Brasil
Segunda a sábado das 12h às 22h
Domingo e feriado das 12 h às 22 h
Ingresso Rápido: www.ingressorapido.com.br
Tel: 4003 12 12