quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Gotthard: Vocalista Comenta Acidente De Carro Que Sofreu


O vocalista Steve Lee, da banda GOTTHARD, publicou o seguinte depoimento:

Eu gostaria de informar que eu estive envolvido em um horrível acidente de carro na Itália, no sábado, dia 7 de agosto, enquanto eu voltava para casa após minhas pequenas férias. Um carro bateu em nós na estrada perto de Firenze e isso envolveu outros seis carros. A medida que os carros iam diminuindo a velocidade, a pessoa no carro de trás não percebia e ia colidindo. Apesar do acidente eu gostaria que todos soubessem que eu estou bem. Eu acho que eu devo ter um anjo da guarda 'amante do rock'.

O último álbum do grupo, "Need to Believe", foi lançado dia 4 de setembro de 2009 pela Nuclear Blast Records.

domingo, 8 de agosto de 2010

Nazareth No Brasil: Quatro Shows Agendados Para Outubro


O NAZARETH divulgou em seu site oficial quatro shows a serem realizados na região sul do Brasil no mês de outubro. Aguarda-se um possível agendamento de novas datas e locais.

Confira os shows já agendados:
15 de outubro: Canoinhas / Santa Catarina;
16 de outubro: Lages / Santa Catariana;
17 de outubro: Videira / Santa Catarina;
21 de outubro: Vacaria / Rio Grande do Sul

Antes de chegar ao Brasil, comenta-se que a banda entrará em estúdio para gravar o 22º álbum de sua longa carreira. Terminada a turnê brasileira, o NAZARETH deverá seguir para o Chile, onde tem um show agendado na cidade de Santiago.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

The Doors: O Que Realmente Aconteceu Com Jim Morrison?


Fonte: Classic Rock Magazine

A nova edição da revista Classic Rock mostra até agora o mais detalhado relato dos últimos dias de Jim Morrison, incluindo uma entrevista com Sam Bernett, o homem que reivindica que Morrison morreu na boate que estava gerenciando naquela noite, a Rock’N’Roll Circus. E a Classic Rock Magazine publicou em um texto online os relatos de Bernett do que aconteceu naquela noite fatal, cuja tradução segue abaixo:

Entrevista: Max Bell

Sam Bernett: Eu estava na boate aquela noite, 2 de julho, e Jim entrou por volta da uma da manhã, 3 de julho. Ele estava no bar, como era usual. Ele estava com alguns amigos que eu não conhecia. Ele estava esperando as pessoas trazerem alguns produtos para Pamela (nota do tradutor: ex-namorada de Jim Morrison). Ele estava esperando. Ele bebia, nós nos falamos, eu o ouvia. Eu estava ocupado como o gerente do clube. Eu não estava sempre próximo a ele. Eu trouxe a ele alguns drinks. Alguns caras vieram e então, por uns 20 minutos, ele não estava mais no bar. Ele desapareceu. Então a garota responsável pela chapelaria do andar de cima… me procurou.

Ela estava preocupada porque uma porta tinha sido trancada já havia um bom tempo e as pessoas estavam reclamando que não conseguiam entrar. Eles bateram na porta, alguém aí? Sem resposta. Então eu verifiquei com ela. Nenhuma resposta mesmo. Eu não sabia que Jim estava atrás da porta. Eu chamei meu segurança para arrombar a porta e lá dentro estava Jim. Sentado no banheiro sem reação, como se estivesse dormindo ou nocauteado, suas calças ligeiramente abaixadas. Ele estava sentado com sua cabeça para baixo e seus braços para baixo, como um cara morto.

Eu o agitei. Eu o olhei no rosto, sem reação. Ele tinha espuma no nariz e nos lábios. Eu falei para a garota conseguir um médico. Eu tinha um amigo, um cliente, lá toda noite – ele estava no clube. Ele veio, olhou para Jim, e começou um pequeno check-up. (Então) ele me olhou e disse: “Esse cara está morto”. Eu disse imediatamente: “Chamem os bombeiros, os paramédicos!” De repente dois caras que tinham estado no clube com Jim vieram e disseram: “Ele não está morto, ele só está um pouco acabado. Não chamem a polícia, não chamem sua família, nós o levaremos de volta pra casa”

Eu disse: “Não, isto é impossível. Nós temos que chamar a polícia e os médicos”. “Não”, eles disseram, “esqueça. Nós o levaremos para fora do clube. Nós podemos usar a porta dos fundos? Não a porta da frente”. “Não! Não podem”. Então o dono da boate foi chamado, todo mundo se dispersou – não Paul Pacini (o dono da boate), o braço direito de Jim. Ele disse: “Não chamem a polícia, nós não queremos encrenca. Eles fecharão o clube e nós teremos um escândalo”

Eu disse: “Você não pode fazer isso“. E ele disse: “Eu sou o chefe, você faz o que eu digo”. Os dois caras o pegaram e o levaram para fora do clube através do Alcazar (o clube vizinho ao Circus), então o levaram para a porta de entrada do clube oposto à Rua de Seine e que dá entrada para o Circus. O clube estava fechado, o cabaré tinha acabado, exceto poucas pessoas que olhavam para ver o que estava acontecendo.

A partir daí eu não sei o que aconteceu. Eles o levaram para o apartamento. Eles me contaram que o colocaram na banheira e esperaram por uma hora e meia as pessoas chamarem os paramédicos. Pâmela estava no apartamento, fora de si, gritando. Estava completamente transtornada.

Quando eu escrevi meu livro (publicado na França em 2007, The End – Jim Morrion) (nota do tradutor: O fim – Jim Morrison) eu fui à polícia e aos paramédicos. O bombeiro me contou que ele sabia que Jim tinha morrido mais cedo. “Esse cara já estava morto por algumas horas”. O comissário de polícia me contou a mesma coisa: “Nós sabíamos que havia alguma coisa errada com a história”. Eu não sei o porquê, mas ele disse: “É verão – olhe, eu estou saindo de férias amanhã”. Ele queria encobrir algo rapidamente, então ele assinou os papéis. Ele não acreditou na história que lhe contaram no apartamento. Foi estranho e falso, mas ele já tinha ido.

Eu não pude te contar [os nomes de] algumas pessoas que estavam no clube. Eu não pude colocá-los no meu livro [por razões legais]. Mas eu estou dando a vocês meu relato de vítima. O que aconteceu depois e o porquê dos policias e todo mundo mais que não me contaram a verdade, que encobriram algo, eu não entendo. Meu amigo médico estava certo de que Jim estava morto. Eu não irei dizer seu nome porque ele está morto, mas sua família ainda está viva.

Eu esperei 35 anos para contar minha história porque eu fiquei de saco cheio com as pessoas me fazendo perguntas toda as vezes em que a data da morte de Jim está próxima. Minha esposa disse: “Pare de se lamentar e escreva seu livro então”. Eu não mantive minha boca fechada antes disso – eu apenas não fui à imprensa por vontade própria. Eu me lembro de um jantar em que eu estava sentado próximo à mãe do Oliver Stone – isso foi quando ele estava fazendo o filme de Jim e dos The DOORS. E eu contei a ela: “Olhe, eu sei o que aconteceu, se seu filho estiver interessado”. Eu contei a ela o que eu sabia, porém Stone não se incomodaria com aquela versão. Talvez ela nunca tenha lhe contado. Mas você sabe, a versão americana da morte do Jim é tolice. Sem sentido. A versão francesa está perto da verdade. Os americanos são ingênuos.

Você já chegou a pensar que o episódio da heroína foi apenas um horrível engano? Que ele pensou que estivesse tomando cocaína, por exemplo?

Sam Bernett: Sim, eu penso freqüentemente que ele tomou heroína por engano. É possível, claro. Ou era a heroína para Pâmela ou na verdade para ele? Mas não foi a primeira vez que ele se drogou. Eu não acho que ele estava tentando cometer suicídio. Não havia razão para ele cheirar heroína 90% pura, mas talvez aquilo foi seu erro. Aquela coisa era forte o suficiente para matar você em menos de um minuto se você não soubesse o que estava fazendo.

Mas você vê, a heroína era muito comum no cenário underground em Paris, especialmente entre os músicos. Muito mais comum do que a cocaína que ainda era muito rara. A heroína era grande com o “demi monde, a la mode” com pessoas como Chet Baker (nota do tradutor: trompetista famoso de jazz norte-americano), a droga circulava especialmente com os caras do jazz nos clubes no Latin Quarter.

Quanto a Morrison, eu sei que ele ficava de saco cheio de ser um artista pop. Ele queria ficar em Paris e escrever sua poesia. Isso é o que ele sempre me contou. "Estou cansado de The DOORS. Eu quero desistir".

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Guns N' Roses: A Banda Deveria Se Reunir Sem Axl Rose?


O LED ZEPPELIN esteve incrivelmente perto de uma turnê sem o vocalista Robert Plant, mas isso nunca aconteceu. É uma idéia interessante, contudo, uma banda decidir pegar a estrada mesmo que o vocalista não esteja interessado. Esse poderia ser o caso do GUNS N 'ROSES, visto que Axl Rose parece desinteressado. Então, será que o baterista Steven Adler consideraria tocar apenas com Slash, Izzy Stradlin e Duff McKagan?

"Não, não, nunca, não, não, isso é ridículo", disse Adler para Dave Basner da VH1 Radio Networks. "'Appetite for Destruction' [o primeiro album do GUNS N' ROSES, 1987] é um dos cinco discos que ainda está vendendo após 20, 30 anos e ainda é popular. Isso mostra como é difícil encontrar quatro ou cinco pessoas certas que podem fazer essa magia, essa magia especial."

Adler chegou a dizer que eles têm considerado alguém. "Aquele cantor Myles Kennedy [do ALTER BRIDGE] com quem o SLASH está trabalhando, ele é incrível", disse Steven a Basner. "Cara, isso é 'Thor', o deus do trovão. Ele é ótimo e se alguém poderia ir até lá, seria ele, mas ele não tem a química que nós cinco tínhamos porque Axl, sua atitude; a frieza do Izzy; a timidez do Duff; a loucura do SLASH e a minha extroversão, tudo isso se encaixava bem."

Como relatado anteriormente em uma entrevista no Ultimate-Guitar.com, Adler alfinetou o seu substituto do GUNS N' ROSES, Matt Sorum. Adler foi expulso da banda em 1990 devido ao uso de DROGAS, e quando perguntado como se sentiu quando soube que Sorum tocaria na banda em 1991, no album "Use Your Illusion", Adler disse: "É apenas uma versão meia-boca de baixa qualidade. Nada pessoal contra o cara, mas ele é como uma maldita máquina na bateria. Ele não tem coração, ele não tem alma, ele não sente. E como a vida e os anos tem mostrado, obviamente, eu não sou o baterista mais fácil de ser substituído".

Adler acrescenta que ele acha que os álbuns "Use Your Illusion" poderiam ter sido ainda maiores que o álbum de estreia da banda de 1987, "Appetite For Destruction", se ele estivesse neles. No que diz respeito à reunião do GUNS original, Adler diz: "Eu amaria isso mais do que qualquer outra coisa, mas é uma coisa do Axl, cabe a ele se ele quer fazer isso. Coloque desta forma, será a coisa mais estúpida do mundo se nós não o fizermos".

Sorum disse ao The Pulse of Radio há um tempo atrás que se a banda original se reunisse, eles deveriam se apresentar com ambos bateristas, ele e Adler. "Se for eu na bateria ou Steven ou quem for, se isso acontecesse, seria ótimo, sabe", disse ele. "Eu realmente diria a eles: 'Ei, traga nós dois de volta', sabe. Deixe-me tocar as outras coisas. Teríamos dois bateristas no conjunto. Eu não me importo. Se 'Appetite' soar melhor com Steven tocando, tenha os dois lá em cima. Eles dão conta."

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Rob Halford: DVD Solo Será Lançado Na Próxima Semana


Está programado para o dia 10 de agosto o lançamento de “Live in Anaheim”, DVD ao vivo do vocalista Rob Halford. Este lançamento traz Halford e sua banda apresentando músicas lançadas com o Fight e clássicos do Judas Priest, além – é claro – de faixas dos álbuns solo do cantor.

O material do DVD foi registrado na cidade californiana de Anaheim antes de Halford voltar a integrar o Judas Priest e traz os músicos Roy Z. (guitarra), Mike Davis (baixo), Metal Mike Chlasciak (guitarra) e Bobby Jarzombek (bateria). A primeira parte do DVD traz um documentário sobre a banda Halford e quatro faixas bônus gravadas em Tóquio, no Japão.

Abaixo o conteúdo do DVD “Live in Anaheim”:


Part 1: Halford Band Documentary
including 4 songs performed Live in Japan

01. Heretic
02. Sun
03. Golgotha
04. One Will


Part 2: Anaheim, CA
01. Painkiller
02. Rapid Fire
03. Heretic
04. Resurrection
05. Made In Hell
06. Golgotha
07. Into The Pit
08. Light Comes Out Of Black
09. White Heat Red Hot
10. Never Satisfied
11. Breaking The Law
12. Hearts Of Darkness
13. Handing Out Bullets
14. Diamonds And Rust
15. Hellion
16. Electric Eye
17. Riding On The Wind
18. Victim Of Changes
19. You’ve Got Another Thing Comin’

domingo, 1 de agosto de 2010

Rammstein: Possibilidade de Outro Show, Também Em SP


Fonte: RammsteinFan BR


O site oficial do RAMMSTEIN confirmou que a banda alemã fará uma turnê pela América Latina no final do ano. As datas e locais já definidos são:

- 25 de novembro, Santiago, Chile
- 27 de novembro, Buenos Aires, Argentina
- 30 de novembro, São Paulo, Brasil
- 03 e dezembro, Bogotá, Colômbia
- 06 de dezembro, Cidade do México, México

O show no Brasil será no Via Funchal em São Paulo, e a venda de ingressos terá início em 07 de agosto.

Fontes seguras garantem que há disponibilidade para um segundo show, no dia 1º de dezembro, também no Via Funchal.

sábado, 31 de julho de 2010

Paul Di'Anno: Turnê Celebra 30 Anos de "Iron Maiden"


Em turnê histórica de celebração dos trinta anos de lançamento do primeiro álbum do IRON MAIDEN, o vocalista inglês Paul Di'Anno retorna ao Brasil para se apresentar em 20 cidades, englobando todas as regiões do país. Na ocasião, o repertório trará todas as faixas do 'debut' do IRON MAIDEN, além de outras do não menos clássico "Killers" e músicas gravadas com suas bandas solo, como o Killers.

Novamente, a banda de apoio de Di'Anno será o Scelerata, formada por Fabio Santos (vocal), Magnus Wichmann e Renato Osório (guitarras), Gustavo Strapazon (baixo) e Francis Cassol (bateria). Com dois álbuns lançados e promovendo seu novo vocalista, o Scelerata também fará a abertura dos shows nesta turnê.

A magnitude da popularidade e o alcance de uma banda muitas vezes são medidos pela vendagem de discos, mas quando se vê um grupo de Rock chegando a um país para tocar em seu próprio avião, nota-se que o patamar é outro. No caso de um estilo como o Heavy Metal mais ainda pois, apesar de estar longe da grande mídia, alguns fenômenos ocorrem. Este é o caso do grupo inglês IRON MAIDEN. No entanto,shows históricos e nostálgicos atraem a atenção dos verdadeiros fãs e curiosos sobre a banda britânica.

Paul Di'Anno (Paul Andrews, nascido a 17 de maio de 1958, em Chingford, Londres) foi recrutado pelo IRON MAIDEN em 1978, passando a se apresentar em pubs como Ruskin Arms, Cart and Horses e Bridgehouse, ajudando a construir a reputação da banda, que somente fez seu primeiro registro no final daquele ano, "The Soundhouse Tapes". O Maiden então alterou sua formação e assinou com a gravadora EMI, entrando no Kingsway Studios para gravar seu primeiro álbum em janeiro de 1980. O primeiro single, "Running Free", saiu em fevereiro e vendeu 10 mil cópias em sua primeira semana, chegando ao 44º posto nas paradas britânicas. Para promovê-lo, a EMI conseguiu colocar a banda na televisão, no programa "Top of the Pops" da rede BBC. Meses depois, a EMI viu "Iron Maiden" figurar no 4º posto das paradas inglesas, vendendo mais de 60 mil cópias e rendendo à banda seu primeiro disco de prata.

Confira todas as datas da turnê comemorativa:

AGOSTO
05 (quinta-feira) - Florianópolis/SC @ John Bull
06 (sexta-feira) - Curitiba/PR @ John Bull
07(sábado) - Londrina/PR @ Strettos Pub
08 (domingo) - Porto Alegre/RS @ Porão do Beco
13 (sexta-feira) - Manaus/AM @ Porão do Alemão
14 (sábado) - Fortaleza/CE @ Ceara in Rock
19 (quinta-feira) - Goiânia/GO @ Bolshoi Club
20 (sexta-feira) - Brasília/DF @ America Rock Club
21 (sábado) - Teresina/PI @ Bueiro do Rock
22 (domingo) - Belém/PA @ Lux
26 (quinta-feira) - Rio de Janeiro/RJ @ Hard Rock Café
27 (sexta-feira) - Pouso Alegre/MG @ Clube de Campo Fernão Dias ("Triumph of Metal Fest")
28 (sábado) - Cachoeiro do Itapemirim/ES @ Pavilhão de Eventos Ilha da Luz
29 (domingo) - Juiz de Fora/MG
@ Cultural Bar

SETEMBRO
02 (quinta-feira) - São Paulo/SP @ Manifesto Bar
03 (sexta-feira) - Leme/SP
04 (sábado) - Novo Horizonte/SP @ Experience Rock Bar
05 (domingo) - Sorocaba/SP @ Plaza Hall
06 (segunda-feira) - Santos/SP (w/ Velhas Virgens)
07 (terça-feira) - Guarulhos/SP @ Rancho (com
SHAMAN e Bittencourt Project)