sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Gothard: Banda Acerta Em Continuar Após a Morte de Steve


Fonte: Whiplash!

A reação já era esperada. O anúncio de que o GOTTHARD vai continuar com um novo vocalista, após a morte de Steve Lee, dividiu os fãs. De um lado, aqueles que entendem que a banda deveria acabar, em respeito ao falecido cantor. Do outro, os que pensam que o grupo deve seguir, até mesmo em homenagem a Steve. Como não gosto de ficar em cima do muro, me posiciono entre os adeptos da segunda opção. Claro que a falta de Steve Lee sempre será sentida. Afinal de contas, ele foi a voz de uma carreira que chega a duas décadas de muito sucesso. Seu lugar na história está garantido. E no fim das contas, ninguém tem culpa do que aconteceu, foi uma tragédia.

Ah, mas a banda deveria seguir com outro nome

Isso só os próprios podem decidir. Mas no fim das contas, que diferença faria? Eles sempre serão o Gotthard. A decisão deve ser tomada sem consultar os fãs, pois esses vão colocar o coração na frente da razão. O que é perfeitamente compreensível, fique claro. Mas os profissionais não podem pensar sempre assim. É como o dirigente de futebol que toma decisão de acordo com a torcida. Isso é não ter convicção de nada. Se eles entendem que deve ser assim, que tenham personalidade para bancar a aposta.

Gotthard sem Steve Lee não é Gotthard

De novo, fruto da passionalidade. Vamos encarar os fatos: Steve Lee não volta mais. É difícil, triste, mas é a realidade. Uma coisa seria se isso tivesse acontecido com o vocalista vivo. Mas ele está morto. É algo que ultrapassa uma simples vontade. Mas a vida dos quatro remanescentes continua. Leo Leoni é tão responsável por tudo que a banda alcançou quanto Steve. Sua imagem sempre estará ligada ao Gotthard, faça o que fizer. E com certeza ele sofreu mais que os fãs com essa perda. Ele é crescido o suficiente para tomar as decisões que acha correta.

Os caras estão pensando em dinheiro ao voltar com o nome

Típica afirmação de fã bunda-mole, sustentado pelo papai e que toma leite com pera na casa da vovó. Se a decisão é polêmica, vai desagradar muitos – como, aparentemente, já está acontecendo –, pode ser um tiro no próprio pé, não acham? Mais lucrativo seria se fazer de coitadinho em público, até que os próprios fãs ficassem com pena e pedissem a volta da banda, nem que fosse para homenagear a alma do saudoso cantor. Cedo ou tarde, isso iria acontecer. Dinheiro é consequência. E se o novo trabalho for competente o suficiente, que encham os bolsos! Eles merecem.

Não vou nem ouvir o Gotthard sem o Steve

Parabéns pra você! Isso não vai fazer a banda reconsiderar. A ala inteligente vai esperar e ouvir antes de decidir o que fazer.

Para encerrar: quem quiser abandonar o barco, que o faça. Eu me darei uma chance para curtir o novo Gotthard. Se eu gostar do novo vocalista, maravilha. Caso contrário, vida que segue, deixa pra lá. Mas fazer pré-julgamentos e crucificar o grupo é uma tremenda ignorância, para falar o mínimo. Ainda mais em uma situação que estava longe do poder do grupo modificar. Ou a morte de Steve Lee foi planejada e nós não sabemos? O que importa é que os músicos tomaram uma decisão, mesmo batendo de frente contra muita gente pseudo-romântica. Sorte e sucesso a eles!

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Black Label Society: Turnê Sul-Americana Adiada Para Agosto


Fonte: Whiplash

A produtora Top Link Music informa que o show da banda BLACK LABEL SOCIETY que aconteceria no dia 28 de maio de 2011, foi adiado para o dia 13 de agosto. O show de Porto Alegre foi também adiado para o dia 14 de agosto.

Devido a circunstâncias imprevistas que nada tem nada a ver com os promotores da Top Link, locadora do HSBC Brasil para este show, o BLACK LABEL SOCIETY foi forçado a mudar as datas de sua turnê da América Latina para agosto de 2011. A banda tem sido ansiosamente esperada para voltar à América do Sul, onde foi amplamente bem recebida dada a grande procura de ingressos.

O próprio Zakk Wylde mandou um recado para os fãs: "Todos os Berzerkers da América Latina não devem se decepcionar, mas sim sentirem-se revigorados, porque agora seremos capazes de trazer uma experiência ainda mais destruidora para você do que originalmente esperávamos. Espere esta experiência Berzerker de Black Label para definir novos patamares de caos sonoro na América Latina”.

Os ingressos adquiridos são válidos para a nova data. Não é necessário efetuar a troca. A bilheteria da casa de espetáculo ficará a postos para quem optar pela devolução.

Horários de funcionamento da Bilheteria do Hsbc Brasil

Segunda a sábado das 12h às 22h
Domingo e feriado das 12 h às 22 h

Ingresso Rápido: www.ingressorapido.com.br
Tel: 4003 12 12

Rod Stewart: Parceria Com Jeff Beck Mais Uma Vez


Fonte: Rolling Stones

O cantor inglês ROD STEWART falou para a revista Rolling Stone que vai fazer um disco com o guitarrista Jeff Beck. ”Nós saímos para almoçar um pouco antes do Natal”, diz Stewart. ”Ele gravará algumas faixas com sua banda em São Francisco, no mês de fevereiro, e vai enviá-las para mim”. O empresário de longa data de Rod, Arnold Stiefel, completa: “Eles realmente estão com um plano inteligente - Vai ficar foda”.

Será o primeiro projeto de Stewart depois do “American Songbook”, que vendeu 18 milhões de cópias, somente nos EUA. Além disso, o empresário do cantor disse que ele planeja compor canções inéditas, o que torna o primeiro álbum de inéditas de 1998.

Jeff Beck e Rod Stewart se reuniram em 1985 para gravar o cover da música "People Get Ready de Curtis Mayfield para o álbum de Beck, intitulado de “Flash’s Beck”. E também se reuniram no ano de 2004, junto com o Ron Wood (guitarrista Rolling Stones), para uma apresentação em Londres.

Em 2009, o guitarrista falou também para Rolling Stone que gostaria de fazer outro encontro e que estava disposto a gravar um álbum com o cantor. Sobre isso Jeff falou: "Para mim, eu teria que voltar o relógio de 20 ou 30 anos, para fazer coincidir o que Rod faz. Não que isso signifique uma afirmação depreciativa. Ele ama os anos sessenta. Ele adora blues. Ele ama coisas antigas. Nada de coisas de ponta e novas.”

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Tarja Turunen: Informações Gerais do Show Em Brasília


Fonte: Park Show

TARJA TURUNEN, uma das maiores vocalistas de todos os tempos, vem a Brasília para a turnê de divulgação do seu novo disco “What Lies Beneath”. A apresentação acontecerá no dia 15 de março, no Garden Hall.

Lançado em setembro de 2010, “What Lies Beneath” foi um grande destaque nas paradas mundiais, onde foi o mais pedido nas paradas de Heavy Metal na Itália, tendo também alcançado o Top 10 na Alemanha, República Tcheca e Finlândia. No Brasil, por duas semanas, Tarja foi campeã no Top 10 da MTV. O clipe de “Until My Last Breath venceu concorrentes populares entre os jovens e se manteve entre os mais votados no programa, com mais de 20 mil votos diários.”

Banda:
Mike Terrana: bateria ( Yngwie J. Malmsteen, Rage, Masterplan)
Doug Wimbish: baixo ( Rolling Stones, Madonna, Joe Satriani)
Julian Barrett: guitarra (Lörihen)
Christian Krestchmar: teclado (Al Bano & Romina Power, Alternative Allstars)
Max Lilja: Cello (Apocalyptica)

Serviço:
Tarja Turunen - What Lies Beneath Tour
Cidade: Brasília
Data: 15 de março, terça-feira
Local: Garden Hall (Shtn TR 02 cj 05 Asa Norte)

http://www.gardenhall.com.br

Preços dos Ingressos:
Premium R$ 100,00 (meia)
Pista R$ 60,00 (meia)
Desconto de meia-entrada para: estudantes, professores, funcionários públicos, Cliente Sempre Você do Correio Braziliense, Academia Abody Teck, Cartão Claro Clube, funcionários SICOOB, Clientes Clubin, Clientes do Porão 666, VIP Mormaii, OAB.
Pontos de vendas:
- Lojas Chilli Beans
- Pela Internet: bilheteriadigital.com.br Em até 12x no cartão de crédito (somente pela internet)
Classificação etária: 16 anos
Informações: 61 3364-0000 / twitter.com/parkshow
Realização: Top Link e Park Show

Cyndi Lauper: "O Público Brasileiro Está Entre Os Melhores do Mundo"


Fonte: CyndiShine.blogspot

Depois de três anos desde sua última passagem pelo Brasil, a cantora americana Cyndi Lauper, de 57 anos, está de volta e se prepara para a sua maior turnê pelo País - serão oito shows. Ela desembarca em Goiânia no dia 25 para apresentação única da turnê Memphis Blues no Atlanta Music Hall. De todos os shows no País, o de Goiânia é os que têm os ingressos mais baratos, a partir de R$ 40. "Ouvi dizer que Goiânia é um lugar bem arborizado, verde e exuberante mesmo sendo uma cidade agitada. Mal posso esperar pra conhecer", disse a cantora em entrevista exclusiva ao Popular.

A extravagante cantora e atriz ficou conhecida nos anos 1980, quando lançou hits como Time After Time, Girls Just Want to Have Fun, True Colors e The Goonies R Good Enough. A última fez parte da trilha do filme Os Goonies (1985), que marcou a infância de muito marmanjo por aí. Na época, Cyndi, uma notória ativista do movimento de defesa dos direitos dos gays, chegou a rivalizar em popularidade com outra extravagante cantora e atriz loira, Madonna.

Os shows no Brasil serão baseados no último CD de Cyndi, Memphis Blues, no qual ela revisita o gênero que alimentou do jazz ao rock. "O blues é uma parte tão importante da música que queria fazer uma homenagem a ele há algum tempo", contou ao Popular. Além das críticas favoráveis, o disco foi indicado ao PopularGrammyPopular de melhor disco de blues tradicional.

Para não decepcionar os fãs saudosos da imagem burlesca de Cyndi, ela promete relembrar os antigos sucessos. Para os mais jovens, uma boa - mas não precisa - comparação é que o frisson que Cyndi Lauper causou nos anos 1980 é parecido com o de Lady Gaga nos dias de hoje. Aliás Cyndi trabalhou com Gaga há um ano numa campanha em prol de mulheres diagnosticadas com aids. Na entrevista a seguir, Lauper relembra os anos 1980, antecipa como será o show em Goiânia e confirma que as "garotas ainda só querem se divertir" como cantou em seu involuntário e delicioso hino feminista Girls Just Want to Have Fun.

Confira trechos:



Apesar de você já ter se apresentado no Brasil outras vezes, essa é sua maior turnê passando por lugares que você nunca esteve, como Goiânia. Qual sua expectativa para esses shows?
Uma das coisas que eu mais aprecio na minha carreira é o fato de ela me permitir viajar pra lugares nos quais nunca estive. Eu amo a América do Sul e eu amo o Brasil. O que eu espero é me divertir no palco, uma vez que o público brasileiro está entre os melhores do mundo. Eu espero comidas incríveis, músicas incríveis, pessoas lindas. O Brasil é um dos meus lugares favoritos.



O que você espera do público em Goiânia? O que você já ouviu falar sobre a cidade?

Estou muito empolgada! Mal posso esperar para ver Goiânia! Eu ouvi dizer que é um lugar bem arborizado, verde e exuberante mesmo sendo uma cidade agitada. Mal posso esperar pra conhecer.



Sua imagem new wave coloridíssima e burlesca marcou toda a geração que viveu os anos 1980. Como este público tem recebido sua nova faceta cantando blues?

Meus fãs têm me apoiado bastante nesse novo álbum e nesse novo estilo e eu não poderia agradecê-lo o bastante por isso. As vezes é difícil fazer uma transição como artista, mas nesse caso eu tenho tido uma recepção muito boa. Tem sido um processo maravilhoso.


Como será o repertório do show em Goiânia. Vai ficar focada apenas nos hits antigos ou nas canções de Memphis Blues?

O show é sempre uma mistura de ambos. A lista das músicas muda todas as noites porque gostamos de manter as coisas divertidas e surpreendentes. Vocês vão mesmo ter de esperar pra saber! Mas vocês vão ouvir muitos dos meus sucessos e também músicas de Memphis Blues.



Da onde veio sua inspiração para gravar Memphis Blues? O que o álbum significa para sua carreira?

Sempre quis gravar um álbum assim de blues. O estilo é uma parte tão importante da música que queria fazer uma homenagem a ele há algum tempo. É um álbum realmente importante pra mim e estou muito orgulhosa dele.



B.B. King é seu convidado no disco na faixa Early in the Morning. Como foi gravar com alguém que tem a história que ele tem?

Foi absolutamente um sonho! Todos que trabalharam no álbum foram maravilhosos, talentosos e inspiradores. Estou muito agradecida por ter tido a oportunidade de trabalhar com músicos tão incríveis. BB King é uma lenda e o fato de ele ter concordado em tocar no meu álbum é ainda um choque pra mim, eu me sinto abençoada. Ele gravou as partes dele em seu próprio estúdio em Las Vegas porque não pôde vir até Memphis quando estivemos lá.



Você acredita que exista uma grande diferença entre o públicos de seus shows nos anos 1980 e o público atual?

Eu acredito que o público agora tem maiores expectativas em relação aos artistas, o que é ótimo, uma vez que me instiga a querer oferecer-lhes o melhor que eu puder.



Como é seu relacionamento com os fãs?

É um dos relacionamentos mais importantes pra mim. Sem os meus fãs não haveria um motivo pra eu estar onde estou hoje. Quero sempre continuar a oferecer o melhor de mim pra eles.



Seus fãs são aqueles fiéis que a acompanham desde os anos 1980 ou a onda oitentista dos anos 2000 fez com que você ganhasse novos fãs?

Eu realmente tenho tido muita sorte. Tenho fãs maravilhosos que têm estado comigo desde o começo. Eu acho (ou ao menos espero!) que Memphis Blues tenha aberto uma nova porta e permitido que mais pessoas fossem apresentadas à minha música.



Está ansiosa para voltar ao Brasil?

Mal posso esperar pra voltar pro Brasil. Já faz tanto tempo! Sempre tenho momentos divertidos durante as minhas visitas, então estou empolgada pra voltar.


Quem é na sua opinião a maior estrela que a música pop produziu?
Michael Jackson.



O que não pode faltar no iPod de Cyndi Lauper?

O botão aleatório... Eu gosto de ouvir tantas coisas diferentes, dependendo do meu humor, então não posso dizer que exista apenas um artista ou um tipo de música que não pode faltar no meu iPod. Mas se eu tivesse que escolher um gênero eu diria rock.



Fazendo um retrospecto de sua carreira, tem alguma coisa que você teria feito diferente?

Eu acho que sempre que se olha pra trás se torce o nariz um pouco (uma ou duas roupinhas ridículas!), mas eu não mudaria coisa alguma, nada mesmo. Não estaria onde estou sem todos esses degraus que subi pra chegar aqui.



Como é seu envolvimento com a causa gay? Na sua opinião, por que o preconceito ao invés de diminuir com o tempo em alguns aspectos aumenta?

Eu me posiciono firmemente junto com minha família e amigos ao lado da comunidade gay. Estamos em 2011 e ainda estamos trabalhando por igualdade. É muito triste que não possamos ultrapassar o preconceito. Mas acho que as coisas estão melhorando sim, as pessoas estão se importando com o fato de seus vizinhos, colegas de trabalho, familiares e amigos estarem sofrendo discriminação todos os dias. E não é o preconceito que está aumentando, e sim o foco e a atenção em um problema que não tem mais lugar na nossa sociedade. As pessoas estão falando em voz alta e dizendo que já é o bastante. Nós temos que continuar a apoiar a comunidade LGBT e fazer as pessoas entenderem que, se negamos liberdade a um grupo, então nenhum de nós será livre.



Passado tantos anos de sua icônica canção Girls Just Wanna Have Fun, você ainda acredita que as garotas ainda só querem se divertir?

Sim, mas é claro!

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Ozzy Osbourne: Vídeo Ao Vivo, Com Um Morcego na Boca


Fonte: Whiplash!

Uma pequena filmagem extraída de um documentário da série "Behind The Music" do VH1, mostra Ozzy com um morcego na boca, ao mesmo tempo em que se comenta o incidente, que teria ocorrido em 1982 em Des Moines, Iowa.

Nas palavras de Ozzy: "Quando me jogaram aquilo, imaginei que fosse algum objeto, peguei achando que fosse um morcego de borracha, por isso o mordi. Mesmo com ele na boca, não consegui perceber que era verdadeiro".

Aparentemente a cena a seguir não é a do morcego "original" mas sim de alguma ocasião em que Ozzy fez troça com a lenda, confira e tire suas conclusões.

Pearl Jam: Baixista Comenta Documentário Sobre a Banda


Fonte: Whiplash!

De acordo com a The Pulse Of Radio, o baixista do PEARL JAM, Jeff Ament, falou à Rolling Stone na sexta-feira (21 de janeiro) sobre os planos do grupo para celebrar seu 20º aniversário, incluindo um documentário sobre a história da banda do diretor Cameron Crowe. Ament disse, "Acabei de ver um pedaço. Foi tão esquisito ver imagens de coisas que eu não sabia que alguém estava gravando no momento. O filme inteiro é uma carta de amor de Cameron para nós – mas é igualmente amável e realmente doloroso. Mostra nossas dores e alguns momentos bem ruins, inclusive Roskilde (o festival dinamarquês de 2000 onde nove fãs foram pisoteados até a morte durante a apresentação da banda). Isso fui realmente difícil de assistir".

Crowe, um amigo de longa data da banda e diretor de filmes como "Quase famosos" e "Jerry Maguire", fez com que o PEARL JAM tivesse uma aparição em seu filme de 1991 filmado em Seattle, "Singles".

Para o resto de 2011, o PEARL JAM oferecerá relançamentos deluxe de seus segundo e terceiro álbuns, o "Vs." de 1993 e o "Vitalogy" de 1994, trazendo faixas bônus inéditas, demos e performances ao vivo.

Então haverá o primeiro festival de verão de música já organizado pelo próprio PEARL JAM. O evento de dois dias terá lugar em algum lugar na região central do país e trará várias bandas, juntamente com o PEARL JAM que será a atração principal das duas noites.

Ament explicou, "Já tocamos festivais o bastante para saber o que os deixa excitantes. Nós queremos dar às pessoas lugares para ir que não sejam necessariamente musicais – palcos secundários e todo esse tipo de coisa. Estamos perguntando a nossos amigos se eles querem fazer alguns shows conosco."

O baixista admite que no planejamento dos eventos de 20º aniversário, "nunca poderíamos imaginar que duraríamos tanto tempo", mas acrescentou que o PEARL JAM não está muito interessado em nostalgia, dizendo, "Estamos prontos para trabalhar em novas músicas e animados pelo que está por vir."

O baterista Matt Cameron, que é o membro "mais novo" da banda, disse à The Pulse Of Radio porque ele aproveitou a chance de entrar em 1998 depois que seu grupo anterior, SOUNDGARDEN, se separou: "Oh, foi uma grande oportunidade com caras que eu conhecia e confiava e realmente gostava, e, sabe, o fato de ser uma banda que estava no mesmo nível que o SOUNDGARDEN quando nos separamos era ótimo também", disse ele. "Eu não tive que, tipo, começar de novo, sabe, em uma van de novo, o que foi incrível. Foi algo em que nem precisei pensar muito. O Eddie [Vedder, vocalista] é um grande cara, o Stone [Gossard, guitarrista]... eles são todos realmente gente boa."