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sexta-feira, 6 de maio de 2011
Fonte: Whiplash!
A banda Sepultura lança mundialmente no dia 24 de junho seu 12º álbum de estúdio, KAIROS. Este é o primeiro trabalho da banda com a gravadora Nuclear Blast, a maior do mundo no gênero heavy metal. No Brasil, ele será distribuído pela Laser Company (sediada em São Paulo), distribuidora exclusiva da Nuclear Blast Records no país.
A capa de KAIROS foi criada pelo artista americano Erich Sayers, Fã da banda, que explica o conceito do trabalho: “Eu comecei a pesquisa pela palavra Kairos, que significa tempo, as ações que tomamos, e a repercussão positiva ou negativa que as seguem. Eu sabia que a imagem teria que ter asas e que de alguma forma ela deveria representar tempo. Conversando com Andreas, ele teve a idéia de uma caveira de gel. As ações e suas repercussões são representadas pelos braços, o fundo foi feito a partir de algumas fotos que tirei em uma viagem recente ao Marrocos – elas dão à composição uma qualidade mística”.
Sobre o trabalho de Erich, o guitarrista Andreas Kissers comenta: “A banda teve muita sorte na escolha do artista para fazer a capa do nosso novo trabalho KAIROS. Nós o encontramos nos camarins de um show que fizemos em Los Angeles em janeiro deste ano. Ele nos deixou um cartão e assim que Derrick e eu visitamos o site dele ficamos muito surpresos com a qualidade do seu trabalho. Eu expliquei o conceito do disco para ele, que foi captado com rapidez e na mesma semana já recebemos idéias e referências. Esta é uma capa diferente das que o Sepultura já fez até hoje, mas ao mesmo tempo tem uma ‘pegada’ old school, que combina com a sonoridade do disco”.
KAIROS foi gravado nos Estúdios Trama, em São Paulo, entre os meses de fevereiro e março/2011, com produção de Roy Z (Judas Priest, Halford, Bruce Dickinson, Helloween).
Abaixo tracklist do álbum:
1. SPECTRUM 2. KAIROS 3. RELENTLESS 4. (2011) 5. JUST ONE FIX (MINISTRY cover) 6. DIALOG 7. MASK 8.(1433) 9. SEETHE 10. BORN STRONG 11. EMBRACE THE STORM 12.(5772) 13. NO ONE WILL STAND 14. STRUCTURE VIOLENCE (AZZES) 15. (4648)
A versão deluxe de KAIROS, que também será lançada no Brasil, terá duas faixas bônus e um DVD com o making of do álbum.
Faixas bônus: 12. FIRESTARTER (THE PRODIGY cover) 13. POINT OF NO RETURN
A turnê sul-americana que o SKID ROW faria em conjunto com o DOKKEN e WARRANT foi adiada, por razões "fora do controle da banda", conforme anunciado no site oficial, onde consta que novas datas serão anunciadas futuramente.
O espaço reservado à turnê em questão também sumiu do site oficial do WARRANT.
Como qualquer pessoa que tenha assistido a atual temporada de American Idol ou prestado atenção ao rock nos últimos 40 anos pode comprovar, o frontman do Aerosmith, Steven Tyler é capaz de comportar-se de maneira ultrajante. Naturalmente, seu livro de memórias, Does The Noise In My Head Bother You? (ainda sem título em português), é carregado de contos fodões de sexo, drogas e rock n’ roll o suficiente para fazer a autobiografia de Keith Richards, ‘Life’ parecer coisa de coroinha em comparação. É uma obra-prima muito bem escrita? Longe disso. É uma leitura divertida? Pode apostar. Para benefício de todos vocês fãs por aí, a revista SPIN compilou as revelações mais selvagens e estranhas do livro.
E o outro cara, ‘looked like a lady’? Tyler não conta, mas ele de fato revela ter tido uma experiência homossexual em sua juventude. “Sexo gay não me satisfaz,” ele revela. “eu tentei uma vez quando era mais jovem, mas não curti.”
Tyler foi colega de clínica de desintoxicação com a realeza do rock (meio que). Em Dezembro de 2009, depois de sucumbir às drogas de novo, Tyler se internou na clínica Betty Ford. Quando ele chegou, Tyler se lembra de ter sido cumprimentado por Ivan Followill, o pai de Caleb, Nathan e Jared do Kings of Leon. “Os filhos dele não curtiram o jeito que o pai deles estava se comportando,” Tyler escreve. “ele tinha se casado de novo e eles odiavam sua nova esposa, ele estava se embebedando o tempo todo, saindo pra fora da estrada com camionetes e ônibus – ele era o empresário de turnê da banda – coisas escrotas. Então eles o mandaram pra desintoxicação, e eu assim passei o próximo mês na melhor companhia do pai dos Kings of Leon.”
Tyler foi contatado por Jimmy Page do Led Zeppelin em 2008 com uma oferta pra formar uma banda com os ex-membros do Zep, Page e John Paul Jones, assim como o filho de John Bonham, Jason. O quarteto ensaiou uma vez, “Mas eu logo me dei conta que não ia funcionar,” escreve Tyler. “Não que eu não conseguisse cantar as músicas, eu conseguia mandar Led Zep dormindo, mas eu não era Robert Plant, e Robert não era nada parecido comigo. Os faz querem ouvir ‘Percy [apelido de Plant] uivar em ‘Whole Lotta Love’, ‘Communication Breakdown’, etc. Nunca teria sido a mesma coisa.”
Tyler conhece as drogas que usa, o que não chega a chocar, mas a gama de narcóticos com a qual Tyler é habituado é impressionante num sentido enciclopédico. Aqui estão alguns dos estimulantes, calmantes e tudo entre os dois que são mencionados no livro: Seroquel, Neurontin, Xanax, Benzodiazepina, Valium, Librium, Cocaína, Oxycontin, Lunesta, Suboxona, Dexedrina, Benzedrina, Maconha, Heroína, Tuinol, Metanfetamina, Seconal, Nitrato de Amil, Laudanum, Quaaludes, Dilaudid, Metadona, Clonidina, LSD, Haxixe, Ópio, etc. etc.
Esse encrenqueiro anti-sistema magrelo era na verdade um pouco atleta. “eu tinha estado na equipe Olímpica júnior de ginástica no ensino médio, no trampolim. Eu conseguia dar vinte e seis mortais para trás em seguida.” [Nota do editor: o trampolim só tornar-se-ia um esporte olímpico em 2000].
Tyler e Joe Perry compartilharam algumas experiências muito íntimas. “eu me lembro de uma noite na estrada quando Joe e eu estávamos dividindo uma cama com duas garotas e acordamos pela manhã com um prato especial de frutos do mar. Caranguejos pra todo mundo!”
O Aerosmith não foi sempre adorado por sua equipe de técnicos. “eu descobri anos depois [através da confissão de um membro da equipe] que quando os técnicos ficavam putos com a banda, eles limpavam o rabo com fatias de mortadela e colocavam-nas de volta na tábua de frios.”
Durante o auge da banda nos anos 70, o Aerosmith nem sempre esperou até o término do show pra badalar. “Joe Perry tinha frascos de cocaína com canudos neles atrás do palco e quando as luzes se apagavam ele ia lá como se estivesse verificando algo ou fazendo uma mudança na guitarra e um roadie colocava o canudo no nariz dele; ele dava um pega, e as luzes se acendiam de novo.”
Durante sua recente participação no That Metal Show,Sebastian Bach admitiu pela primeira vez que os rumores de uma reunião do Skid Row estiveram perto de se tornar uma negociação concreta. “Se vocês querem saber a verdade, tive uma conversa com Snake (Dave Sabo, guitarrista). Dog McGhee, para quem ele trabalha, telefonou e nos colocou em contato. Conversamos sobre lançar um box set ou coletânea, pois tudo aquilo ainda existe. Desliguei o telefone, conversamos um pouco sobre o assunto e eles disseram ‘Ok, não tem nada, nenhuma reunião’. Depois acesso o Blabbermouth e eles estão tocando em cruzeiros no Caribe, fazendo outros shows. Você ouve uma coisa e vê as pessoas agindo de outro modo”.
Bach também declarou que não queria algo puramente nostálgico, apenas para tocar velhos hits. “Não me interessa tocar apenas sons velhos, quero criar coisas novas. Amo ‘Youth Gone Wild’, mas já tenho 42 anos, porra. Nick (Sterling, 20 anos, atual guitarrista de Bach) está mais para o título da música que eu (risos). Ainda a toco nos shows porque é legal, as músicas possuem vida própria. Mas não quero passar o resto da minha vida usando o discurso dessa música. Desculpe, cara, isso não me interessa. Quero fazer música sobre minha vida de agora”.
Em nova entrevista à Forbes Magzine, Sammy Hagar foi questionado sobre como decide aceitar ou não os convites para se juntar à bandas. A resposta foi surpreendente:
“Fui convidado uma vez para me juntar ao Mötley Crüe. Os managers do Pantera também entraram em contato. Quando Scott Weiland saiu, o Velvet Revolver me abordou. Estava esperando um chamado do Led Zeppelin, só para dizer não, já que são a maior banda da história e ninguém pode substituir Robert Plant. Fui convidado pelo Aerosmith e recusei. Certos frontmen são difíceis de se substituir. Steven Tyler está na banda há quarenta anos, não dá para entrar numa fria dessas. Houve um momento em que eles substituíram Joe Perry, mas Steven ainda estava lá. No caso do Van Halen, Dave não era um grande cantor, mas era um bom frontman. Eu lotava as mesmas arenas que eles, então combinamos forças. Funcionou, mas é raro de acontecer. Tivemos sorte que os fãs aceitaram”.
Pete Best e Stuart Sutcliffe, membros dos Beatles que deixaram a banda antes do sucesso, poderão dar nome a ruas de Liverpool. O conselho da cidade aceitou a sugestão da Liverpool Beatles Appreciation Society International, que entende que ambos foram subestimados em termos de importância para a história da cidade.
Liverpool já conta com a Paul McCartney Way, John Lennon Drive, George Harrison Close e a Ringo Starr Drive.
O depoimento abaixo foi feito pelo guitarrista brasileiro Daniel Piquê, que gravou um disco com Mike Mangini, recém-escolhido como baterista do DREAM THEATER:
Eu, como amigo do MIKE MANGINI, posso dizer que estou muito feliz por esta oportunidade dada a ele, porque sei o quão profissional e amigo dedicado ele é. Além de toda a ajuda profissional que recebi dele nos meus projetos, que modéstia parte fui um felizardo, teve a parte, na minha opinião mais importante, que é a amizade. É incrível a maneira com que ele se relaciona com as pessoas. Acredito que foi um dos fatores fundamentais para a escolha do substituto do MIKE PORTNOY pelos membros da banda (DREAM THEATER).
Na época em que gravamos o disco aqui no Brasil, de cara percebi que ele era uma pessoa bem resolvida, de bem com a vida. Um exemplo de superação e persistência que inspira muita gente pelo mundo.
Ele é uma pessoa muito simples e que quando gosta de uma coisa faz de tudo por ela. Digo isso porque sei o quanto ele me ajudou no começo da minha carreira, dos inúmeros conselhos e piadinhas de bastidores já absorvi. Gravar com ele e BILLY SHEEHAN foi um sonho realizado, e espero que sintam esta vibração nos novos projetos do DREAM THEATER, porque eu sei que MANGINI vai dar o melhor dele, como sempre fez.
Para quem não conhece o trabalho dele, fica o conselho de procurar saber rapidinho, porque ele já trabalhou com os melhores músicos do mundo, incluindo o ilustríssimo STEVE VAI, EXTREME, inclusive fez diversas jams com a própria banda DREAM THEATER, etc
Para quem quer uma prévia do que o MIKE MANGINI será capaz de fazer no DREAM THEATER vale a pena escutar o projeto que mencionei. Recentemente coloquei para download no meu site: www.danielpique.com.
Para os fãs mais conservadores, posso dizer que o MANGINI vai surpreender!