sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Ozzy Osbourne: Belo Horizonte Na Mira do Vocalista?


Fonte: Mondo Metal

O público de Belo Horizonte vai ter outra chance de mostrar que esta à altura de grande atrações internacionais: Ozzy Osbourne deve se apresentar na capital mineira em 2011. O Mondo Metal divulga hoje, em primeira mão, a informação apurada junto a produtores locais. Uma turnê brasileira do lendário vocalista está para ser anunciada, com o número de cidades girando entre seis e oito. Belo Horizonte está incluida entre as cidades e o local já estaria inclusive reservado para receber o cantor. Ozzy se apresentaria por aqui no fim de março. O site oficial do Madman só confirma datas de shows até o fim de fevereiro, com a última apresentação em Porto Rico indicando uma "descida" até a América do Sul. Curiosamente, é também o mesmo período que o Iron Maiden reservou para seu giro pelo país. Apesar de improvável, não é impossível que algumas datas cheguem a coincidir nas cidades que vão receber os dois artistas. Resta agora aguardar a confirmação oficial da turnê, que, segundo a fonte do Mondo Metal, pode ser anunciada nas próximas semanas. Resta também o público de Belo Horizonte, que decepcionou no Iron Maiden, fazer sua parte e comparecer em peso, para credenciar a capital mineira a receber grandes nomes internacionais. Caso o fiasco de 2009 se repita, outra chance como esta não deve aparecer tão cedo. O Mondo Metal continuará apurando tudo sobre a vinda de Ozzy Osbourne a Belo Horizonte e está atento para qualquer novidade que surgir nas próximas semanas. Fiquem atentos!

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Avenged Sevenfold - Nightmare


Fonte: Whiplash!

O Avenged Sevenfold se envolveu em um verdadeiro turbilhão nos últimos tempos... Os norte-americanos seguiam em uma promissora fase comercial, mas eis que em dezembro de 2009 o baterista James 'The Rev' Sullivan morre aos 28 anos, intoxicado por uma infeliz combinação de drogas. Em meio a isso, seu novo disco estava sendo concebido e contou com Mike Portnoy (Dream Theater) para gravar as partes de bateria – mas o inesperado foi o anúncio de que ele iria passar uns tempos no Avenged Sevenfold, inclusive 'tirando umas férias' de sua (talvez ex?) banda progressiva, o que repercutiu pessimamente entre os fãs do Dream Theater.

De qualquer forma, "Nightmare" é um quinto álbum de estúdio que obviamente segue focado nos últimos acontecimentos e que, de uma forma ou outra, conferiu um tom mais sério e obscuro ao repertório. Musicalmente, o novo trabalho continua com a expansão sonora iniciada timidamente no excelente "City Of Evil" (05) e que, posteriormente, foi intensificada no auto-intitulado "Avenged Sevenfold" (07). Ou seja, a banda continua se afastando de suas raízes Metalcore – e 'afastando' não significa 'abolindo', que fique claro.

Assim, aquele Metalcore furioso e de tendências juvenis está se transformando em algo mais complexo ao mesclar sua faceta pesada e melódica a uma considerável gama de estilo, e some aí um fator emocional tão sincero que passa longe de soar apelativo. E, mesmo que algumas dessas aventuras sonoras transpareçam um evidente experimentalismo, como os pianos, assobios e cornetas em "Danger Line", tudo parece funcionar confortavelmente bem. Simplificando: as composições estão diferentes, mas geralmente melhores.

O disco possui canções tão distintas entre si, que, em um primeiro momento, poderá intrigar o ouvinte. Mas as audições vão se sucedendo umas às outras e invocando muitas emoções diferentes, desde os riffs pesados de "God Hates Us" (com o versátil M. Shadows voltando a gritar), até as belíssimas baladas "So Far Away" e "Tonight The World Dies", e o encerramento com "Save Me", cujos 11 minutos são recheados com várias mudanças de ritmos. E, pelo caminho, o Avenged Sevenfold mostra inspiração em composições que tendem ao mainstrean, mas longe de serem estéreis.

Dedicado à memória do falecido baterista – e o disco traz uma bonita foto neste sentido – o Avenged Sevenfold amadureceu a ponto de, talvez, atingir novos níveis de aceitação que não seja somente o público da nova geração. Comprovando a boa fase, "Nightmare" atingiu o top 5 das paradas do Reino Unido e o primeiro lugar nos Estados Unidos... É claro que, apesar de ser um bom disco, este resultado também fica atrelado à repercussão que a mídia fez acerca da morte prematura de The Rev, mas e daí? Ainda assim é um belo feito.


Formação:
Matthew Charles Sanders (M. Shadows) - voz
Zachary James Baker (Zacky Vengeance) - guitarra
Brian Elwin Haner (Synyster Gates) - guitarra
Jonathan Lewis Seward (Johnny Christ) - baixo
Mike Portnoy - bateria


Avenged Sevenfold - Nightmare
(2010 / Warner Music - nacional)

01. Nightmare
02. Welcome To The Family
03. Danger Line
04. Buried Alive
05. Natural Born Killer
06. So Far Away
07. God Hates Us
08. Victim
09. Tonight The World Dies
10. Fiction
11. Save Me


CAPA DO DISCO "NIGHTMARE":

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terça-feira, 2 de novembro de 2010

Iron Maiden: Site Oficial Anuncia Seis Datas No Brasil

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O site oficial do IRON MAIDEN foi atualizado com as novas datas da turnê. Dentre elas constam apresentações no Brasil, a saber:

26 de março, sábado - Morumbi Stadium, São Paulo;
27 de março, domingo - HSBC Arena, Rio de Janeiro;
30 de março, quarta-feira - Nilson Nelson, Brasilia;
1º de abril, sexta-feira - Parque de Exposições, Belém;
3 de abril, domingo - Parque de
Exposições, Recife;

5 de abril, terça-feira - Expotrade, Curitiba.

domingo, 31 de outubro de 2010

Slash: Novo Clipe Conta Com Participação de Fergie

Fonte: Whiplash!

O último CD solo do guitarrista SLASH teve mais um clipe lançado. A música escolhida dessa vez foi "Beautiful Dangerous" que conta com a participação da cantora Fergie.

sábado, 30 de outubro de 2010

Axl Rose: Texto Analisa Rivalidade Com Kurt Cobain


O website “A.V. Club” fez um verdadeiro e profundo tratado sobre a rivalidade que existia entre Axl Rose e Kurt Cobain, dois dos maiores ícones do início dos anos 90. Abordando diversos aspectos da guerra particular – e que quase chegou às vias de fato – entre os dois ídolos, o texto traz uma incrível análise psicológica dos músicos, além de uma ótima caracterização do que estava acontecendo no mundo da música naquela época.

“Aprovados pelo Guns n’ Roses” – legenda sobre o NIRVANA na revista semanal britânica “New Musical Express”.

“O papel dele tem sido interpretado por anos. Desde o começo do Rock n’ Roll que há um Axl Rose. E é um saco. É totalmente entediante para mim. Isto é uma novidade para ele, obviamente porque está acontecendo pessoalmente com ele, e ele é uma pessoa tão egoísta que pensa que todo o mundo lhe deve alguma coisa” – Kurt Cobain falando sobre Axl Rose (retirado do livro “Come As You Are: The Story of Nirvana”, de Michael Azerrad.

“Você é tudo que eu poderia ter sido” – Axl Rose falando para Kurt Cobain após um show do Nirvana em outubro de 1991, e relatado por Courtney Love em “W.A.R.: A Biografia Não-Autorizada de Willian Axl Rose”, de Mick Wall.

A parte mais complicada de se escrever sobre a história é colocar estilos, modas e movimentos sociais numa perspectiva adequada. Nem todo mundo passou os anos 60 fazendo bebês na lama em Woodstock, ou os anos 70 cheirando com Bianca Jagger no “Studio 54”. Nós nos apoiamos nestas coisas, porque elas possuem significados facilmente reconhecíveis de suas respectivas eras, mas muita coisa é ignorada quando você toma o atalho das jaquetas Nehru e músicas dos Bee Gees. O espectro das experiências em qualquer era é simplesmente amplo demais; me faz imaginar se a chamada “monocultura” realmente existiu, no qual “todos concordavam” com o que era bom nas rádios e nas três emissoras de TV. Talvez apenas tenhamos melhorado em reconhecer que mesmo as coisas realmente populares são irrelevantes para significativas porções da população. Uma banda tão abrangente como eram os BEATLES nos anos 60 provavelmente não significava muito para um adolescente negro que vivia em Detroit, ou para um motorista de caminhão da zona rural do Texas, ou para os milhões de decentes conservadores norte-americanos médios que trabalhavam duro e que esperavam impacientemente que aqueles cabeludos desafinados terminassem sua apresentação no Ed Sullivan, para que os mágicos e malabaristas pudessem entrar.

Há uma anedota muitas vezes contada sobre como o “Nevermind” foi lançado ao topo das paradas da “Billboard” nos últimos dias de 1991, porque os garotos trocaram o “Dangerous” de Michael Jackson pelo álbum do NIRVANA, que era o que eles realmente queriam no natal. É uma estória rica em significado metafórico, mostrando a recém iniciada banda de Punk Rock contra o gigante superstar do Pop dos anos 80, terminando com os caras novos roubando a tocha cultural à força. Na versão cinematográfica, você veria adolescentes de todos os lugares trocando suas blusas brilhantes e jeans de pedra lavada por camisas de flanela e acessórios “Doc Martens”, e os escutaria reclamando sobre como os pais, a escola, o sistema e a mídia diz à nova geração com o que se importarem, e como isto é uma merda. É como se todos nós tivéssemos decidido nos tornar Christian Slater no filme “Pump Up The Volume”, e isto começou com o NIRVANA destronando o rei do Pop.

Na realidade, “Dangerous” acabou se tornando indiscutivelmente mais popular que o “Nevermind”, vendendo mais de 30 milhões de cópias em todo o mundo e gerando nove singles ao longo de dois anos. A sexta canção de “Dangerous” a ir para as rádios, “Heal The World”, provavelmente seria mais reconhecida pelos fãs casuais de música do que qualquer canção do NIRVANA, possivelmente com a exceção de “Smells Like Teen Spirit”. “Dangerous” só parece um fracasso se comparado aos três mega-sucessos – “Off The Wall”, “Thriller” e “Bad” – que Jackson lançou antes dele. Mas ainda havia muitas pessoas que amavam “Dangerous”; ele pode ter perdido a batalha para o “Nevermind” aos olhos dos historiadores do Rock, mas Michael Jackson se deu bem na guerra.

“Nevermind” já havia sido mitificado quando Kurt Cobain cometeu suicídio em 1994; depois, pareceu que o disco existiu apenas como o ponto histórico que marcou o maior triunfo de Cobain e sua sombria introdução ao lado negro da inescapável fama e adulação. É difícil ouvir o “Nevermind” hoje em dia sem sentir o peso da história ou sem escutar o barulho do trovão do pressentimento. Mas a entrada do “Nevermind” no panteão dos “Importantes Álbuns de Rock” teve um certo atraso. Quando foi lançado, o disco só recebeu três estrelas e um review suave da “Rolling Stone”. De acordo com a “Spin”, o NIRVANA era bom, mas não chegava nem perto do Teenage Fanclub, cujo álbum “Bandwagonesque” foi nomeado o disco do ano.

(“Nevermind” liderou o rank da “Village Voice’s Pazz & Jop Critics Poll”, ficando na frente do Public Enemy, R.E.M., U2 e P.M. Dawn. “Smells Like Teen Spirit” também liderou a lista de singles, ficando 19 posições acima de “Pop Goes The Weasel” do 3rd Bass que, assim como o NIRVANA, levava a sério o desafio contra os “falsos artistas”.)

Assim como milhões de garotos, eu comprei uma cópia do “Nevermind” no fim de 1991, mas não me apressei em comprá-lo assim que escutei “Smells Like Teen Spirit”. Entretanto eu enchi o saco de minha mãe para que ela me levasse ao shopping para eu comprar dois álbuns que haviam saído uma semana antes do “Nevermind”. Eu havia esperado três anos por estes discos – toda a minha vida como consumidor de música. Por meses engoli o hype prometendo que a música destes álbuns poderia ser a melhor coisa a castigar meus tímpanos. Logicamente, tinha que possuir estes discos assim que estivessem disponíveis.

Você sabe onde está? Você está na selva com os “Use Your Illusion I” e “Use Your Illusion II” do Guns n’ Roses, baby! E até o final de 1991, algo que uma vez foi vital para a banda mais perigosa do planeta ia morreeeeeer!

O ano de 1991 pode ser lembrado como o ano do “Nevermind”, mas nenhuma banda era tão grande na época quanto o Guns n’ “Fucking” Roses, e nenhum rockstar tinha mais poder do que Axl Rose, o homem que fez da bandana e dos micro-shorts de ciclista algo cool de usar em público somente através da força de sua personalidade. O debut do Guns ‘ Roses, “Appetite for Destruction”, está entre os álbuns de Rock mais vendidos de todos os tempos e foi a trilha sonora de incontáveis adolescentes em ter o fim dos anos 80 e começo dos anos 90. Garotos de toda a parte estavam trepando, ficando bêbados e sendo espancados pela primeira vez, ao som de “Welcome to The Jungle” e “Paradise City”. Em 1991, Axl era tão poderoso que conseguiu coagir sua gravadora “Geffen Records”, a lançar dois maniacamente ambiciosos álbuns duplos no mesmo dia – 17 de setembro de 1991 – ao invés de separados por um ou dois anos, que era o que a gravadora queria fazer, porque parecia fazer mais sentido. O lançamento duplo dos “Use Your Illusion” era um ato tão descarado em sua arrogância, e ainda assim estranhamente admirável por sua dificuldade artística, que ninguém havia sido tão louco de tentar isso anteriormente e nem copiar nos 20 anos posteriores (sim, houve o pouco admirado projeto de Bruce Springsteen “Human Touch/Lucky Town” no ano seguinte, e o lançamento duplo de Sweat/Suit de Nelly em 2004, mas nenhum destes eram álbuns duplos). Podemos debater sobre a grandiosidade e importância do “Nevermind” – prefiro que não debatemos, mas vá em frente se quiser – mas não há argumentos contra a saga “Use Your Illusion” ser um evento único e histórico desde o nascimento do Rock; em termos de excessos, o fato fincou a bandeira do fim do mundo.

Baladas grandiosas baseadas no piano, épicos prog-Punks doentios, Blues queixosos cheios de DST’s, canções “piada” sobre putas mortas em valas, folks largados denunciando excessos anônimos e não tão anônimos, uma surpreendente e mordaz canção anti-guerra, ataques furiosos (e difamatórios) a jornalistas, participação especiais do cara do Blind Melon – “Use Your Illusion” tinha de tudo. Tudo que a “Geffen” podia fazer era esperar que Axl não decidisse carregar ainda mais paranóia sufocante e balbucios psicóticos em novas canções, adiando ainda mais o lançamento destes já obesos mamutes gêmeos à vida selvagem.

O primeiro gosto que o mundo teve de “Use Your Illusion” foi “You Could Be Mine”, lançado como single em junho de 1991, junto com o filme “O Exterminador do Futuro II: O Dia do Julgamento”, que por acaso era a outra obra de entretenimento na qual eu estava obcecado naquele ano. O Guns n’ Roses ainda estava a meses de lançar os álbuns que “You Could Be Mine” deveria divulgar – a canção é “Use Your Illusion II”, o que era bem confuso se você não soubesse sobre o “Use Your Illusion I” – mas o vídeo com Arnold Schwarzenegger foi bem sucedido em manter a banda onipresente na MTV naquele verão, como se ela estivesse em turnê pelo país. Não que o Guns n’ Roses precisasse de qualquer ajuda para chamar a atenção; durante um show em St. Louis, em julho, Rose saiu do palco, um reação ao que ele julgou ser um “segurança idiota”, durante a performance de “Rocket Queen”, a 15ª música da noite. O público respondeu destruindo o lugar, causando um prejuízo de US$ 200 mil; Rose mais tarde foi preso acusado de iniciar tumulto (ele se vingou, escrevendo “foda-se St. Louis”, nos créditos de ambos “Use Your Illusion”).

O tumulto sugeriu que a imagem do Guns n’ Roses ainda era rude o suficiente para convencer os fãs que socar uns aos outros na cara era uma reação razoável ao fato da banda só ter tocado por 90 e poucos minutos. Mas “Use Your Illusion” era o trabalho de uma banda indo além de seu início humilde, como patifes da rua que negociavam heroína; em breve o mundo descobriria que “You Could Be Mine” – uma canção magra, sórdida e com o balanço de uma cascavel, no clima do “Appetite” – havia criado uma porção de expectativas Hard Rock que os álbuns, independentes de seus outros méritos, não conseguiria atingir.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Axl Rose: Imagens Inéditas de Ficha Policial do Vocalista

Fonte: Whiplash!

A primeiríssima fotografia para ficha policial de Axl Rose, vocalista do GUNS N' ROSES, foi tirada quando ele tinha 18 anos e pode ser encontrada em TheParisReview.org. A foto foi desenterrada há cinco anos atrás pelo escritor John Jeremiah Sullivan, enquanto fazia uma pesquisa para um artigo a respeito de Axl Rose para a revista GQ.

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Sullivan escreveu em TheParisReview.org: “A viagem mais memorável que eu fiz em relação ao meu trabalho a respeito de Axl foi à Lafayette, Indiana, onde ele cresceu. Eu passei por lá de carro na esperança de estabelecer contato com seu mais velho amigo de infância, um homem chamado Dana, que nunca tinha sido entrevistado. Dana tornou-se, o que não foi nenhuma surpresa, uma pessoa muito reclusa, e embora ele tenha eventualmente se encontrado comigo, passaram-se vários dias até eu persuadi-lo a falar. Eu usei esse tempo para inventar pequenos projetos de pesquisa. Eu visitei a biblioteca pública e encontrei velhas fotografias de Axl num almanaque. Eu fotografei a igreja onde havia o coral em que ele cantava. E por último, na manhã do dia em que Dana finalmente retornou a minha ligação, eu fui ao posto policial local. Eles tinham algum registro de Axl? Não, eles achavam que não. É mesmo? Aquilo parecia impossível. Eles se importariam de conferir os muitos nomes por ele adotados em Indiana? William Bruce Rose Jr.? William Bruce Bailey? Bill Bailey? W. Rose? Uma das funcionárias, uma senhora simpática, concordou em me ajudar.”

Certamente, quando eu voltei para lá naquela noite, ela tinha um folder completo: Relatórios de prisão, procurações, depoimentos juramentados, e mais dois outros tesouros: As primeiras fotografias de perfil para ficha policial de Axl, os quais ninguém tinha visto antes. O negativo de uma delas ainda não havia sido revelado. O policial o tinha enviado a um estúdio de revelação (Fotomat) para mim. Eu sentei lá fora, no meu carro alugado, refletindo sobre a minha sorte. As fotografias o retratavam entre os dezoito e vinte anos. Elas eram obras primas do tipo mais triste e acabado. A revista GQ acabou publicando a última foto, em que ele está um pouco mais velho e parece uma Farrah Fawcett exausta numa jaqueta jeans. Você pode encontrá-la com facilidade na Internet agora. Ela tem sua origem em uma briga no quintal de alguém – uma mulher gritou para Dana e Axl por terem perturbado o seu filho. Axl tinha uma tala em seu braço, que foi usada para atingi-la. Ele foi preso no estacionamento de uma sorveteria do bairro (Frozen Custard, soletrado “Custored” no relatório policial).”

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quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Foo Fighters: Anuncia Que Novo Disco do Grupo Sai Já Em 2011


A banda americana Foo Fighters anunciou nesta semana que prepara o lançamento do próximo disco, ainda sem nome, para 2011.

O vocalista Dave Grohl disse em entrevista ao radialista Zane Lowe, da rádio britânica BBC1, que o grupo já está agendando shows para a nova turnê e que tem dois shows marcados na Inglaterra em junho do ano que vem.

"Já temos sete músicas prontas e vamos fazer mais cinco ou seis. No último mês e meio gravamos na minha garagem, num sistema analógico, totalmente 'old school'. Todas as músicas são barulhentas, não tem nenhum violão acústico", disse Grohl.

O último trabalho do Foo Fighters foi o álbum "Echoes, Silence, Patience & Grace", de 2007. Nos últimos tempos Grohl se dedicou ao projeto Them Crooked Vultures.